Língua Portuguesa

on domingo, 19 de maio de 2013
Filme Narradores de Javé




Narradores de Javé



Nas aulas de Língua Portuguesa, desenvolvemos um trabalho a partir do filme Narradores de Javé
Este filme mostra a tentativa de um pouco de salvar suas terras sem escrituras da inundação por parte de uma barragem que será construída. Para que a cidade não fosse destruída, os moradores deveriam comprovar fatos históricos importantes passados na cidade. No povoado, haviam poucos pessoas que sabiam ler e escrever, sendo assim não havia nenhum registro escrito de história, havia somente lembranças e histórias passadas de geração em geração sobre a fundação de Javé. Decididos a salvar a cidade, os moradores resolveram escrever um livro com comprovação científica para apresentar os construtores da represa evitando sua construção. Esta tarefa foi conferida ao carteiro da cidade, Antônio Biá, pois era o melhor escritor da cidade, porém era muito preguiçoso, andava sempre fugindo de seus compromissos.
Os habitantes obrigaram-no a escrever o livro das histórias de Javé, então de porta em porta todos os dias ele saia a procura de histórias. Haviam muitas histórias a respeito da criação da Cidade,algumas favorecendo um dos fundadores ou outro, porém nenhuma com comprovação científica, consequentemente nenhuma poderia ser realmente escrita no livro.
Percebendo as diversas histórias Biá tenta ganhar tempo, andando de lugar em lugar mas com o livro totalmente em branco.
Terminado o tempo da entrega do livro a cidade é inundada. O povo sai em retirada para outro lugar, pois sem escritura não puderam receber indenização alguma por parte da barragem, começado a nova história de Javé contada a partir de agora.

Análise do Texto:

A cidade de Javé foi inundada devido a ignorância de seu povo. Como poucas pessoas sabiam ler e escrever a história de Javé ficou apenas na boca do povo, nunca sendo escrita, impossibilitando a salvação da cidade por parte da barragem. Como suas terras eram "cantadas" não haviam escrituras fazendo com que os habitantes não tivessem indenização para poder comprar novas terras, deixando o povo "imerso" nas terras em redor.

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